03.08.10 Recém-chegada da viagem ao Oeste catarinense promovida pelo Cedejor Encostas da Serra Geral na 9ª seqüência de alternância pelo Programa Empreendedorismo do Jovem Rural (PEJR), a jovem Francielle Bett embarcou rumo ao cerrado brasileiro na terceira etapa do III Intercâmbio da Juventude Rural Brasileira.
Entre as diversas regiões e temas do intercâmbio, a jovem optou pela Região Centro-Oeste, Estado de Goiás, Escola Família Agrícola de Orizona (EFAORI) por perceber a oportunidade de conhecer uma região de clima e paisagem diferentes, bem como a experiência de uma escola que desenvolve a formação de jovens em alternância assim como no Cedejor e principalmente para conhecer experiências relacionadas à bovinocultura leiteira: organização do sistema de produção de leite, organização dos produtores, associações, cooperativas, trabalho e vivência familiar etc. Visto que este assunto é tema já selecionado para o seu Projeto do Jovem Empreendedor Rural.
A jovem ressalta que o intercâmbio já começou no sábado quando se deslocou do município de origem (Lauro Muller) até Florianópolis/SC acompanhada pela coordenadora pedagógica teve a oportunidade de conhecer as instalações da Gerência Executiva do Cedejor. No domingo, às 8h da manhã chuvosa e fria de domingo em Florianópolis, Francielle embarcou com destino à Brasília-DF.
A terceira etapa do III Intercâmbio da Juventude Rural Brasileira, que começou neste dia primeiro de agosto e segue até o dia 12 do mesmo mês, será realizada na Associação das Escolas Famílias Agrícolas do Centro-Oeste e Tocantins (AEFACOT). 12 jovens rurais de diferentes localidades e instituições seguirão para o cerrado brasileiro em busca de novas experiências.
Os intercambistas serão recebidos na Escola Família Agrícola Orizona (GO) e de lá seguirão para outros municípios goianos e matogrossenses. No período de vivência, os jovens participarão de atividades culturais, visitas técnicas e passeios turísticos, entre outras ações. Os participantes também ficarão hospedados nas casas dos jovens agricultores familiares, tendo um contato mais próximo com a realidade e o dia-a-dia da região.
* Por Aparecida M. Fonseca, Coordenadora Pedagógica no Cedejor.